O
INSTITUTO
A história
do Instituto se inicia em 1985 quando Domingo
Isaac Tellechea, docente com 26 anos de experiência,
- na época professor de pós-graduação de
conservação e restauro da Faculdade de
Arquitetura de Buenos Aires, fundador do
Instituto Argentino de Museologia, fundador e
presidente do Centro Argentino de
Restauradores, autor dos livros “Enciclopédia
de La Conservación y Restauración” e
“Restauración de las Pinturas de Sert” -
e com diversos trabalhos publicados em
congressos internacionais, decide fundar em São
Paulo um centro de estudos dedicado à
conservação-restauração de bens culturais.
Esta
iniciativa surgiu em função do grande número
de convites que recebia para ministrar cursos
de restauração no eixo Rio-São Paulo e da
preocupação com a formação de novos
profissionais.
Em 1991,
levou ao cabo, junto ao saudoso Aparício Basílio
da Silva, então presidente do Museu de Arte
Moderna de São Paulo, o projeto de montar uma
escola de restauração dentro do Museu.
O curso de
Formação de Técnicos em Conservação e
Restauração de Pinturas funcionou no Museu
até julho de 1994.
Em agosto
de 1994 o professor Domingo Tellechea
inaugurou o Instituto Paulista de Restauro,
com sede própria, entidade dedicada a
promover cursos de restauração. Com Maria
José Arenas, sua discípula e sócia desde
1987, reestruturou o curso de Formação de Técnicos
em Conservação e Restauração de Pinturas,
que passou a contar com a duração de 2 anos
e carga horária de 1440 horas/aula.
O Instituto
dispõe de um ateliê móvel, modernamente
equipado e preparado para ser instalado “in
situ” em entidades públicas ou privadas,
evitando assim o risco de transporte de obras
e o alto custo dos seguros. Este ateliê já
foi instalado em São Lourenço dos Índios -
Niterói, no Palácio Capanema - Rio de
Janeiro, na Santa Casa de Misericórdia -
Salvador, na Pinacoteca do Estado de São
Paulo e na Câmara Municipal de São Paulo - São
Paulo.